Parece que as crianças crescem tão rápido – vão à escola, fazem amigos, constroem seus próprios pequenos mundos. Aos 5-10 anos, a criança começa a procurar seu lugar, aprende a entender a si mesma e aos outros. E neste momento importante, ele precisa do nosso amor e apoio mais do que nunca.
Uma relação de confiança não é apenas belas palavras, é uma verdadeira ponte entre você e seu filho. Esta ponte ajuda seu filho a se sentir confiante, aberto e disposto a compartilhar alegrias e ansiedades com você.
Hoje Eu quero compartilhar com você dicas simples, mas muito importantes que vão ajudar a fortalecer esta ponte e tornar seu relacionamento quente, profundo e cheio de compreensão mútua.
Lembras-te daqueles momentos em que queres dizer algo importante, e os adultos estão sempre ocupados? É muito doloroso para uma criança. Quando lhe deres toda a atenção -- olha nos olhos, acena com a cabeça, pergunta -- dizes-lhe: "És importante, eu ouço-te e compreendo-te."
Deixe isto tornar-se o seu pequeno hábito de levar 10-15 minutos por dia apenas para ouvir o seu filho. Sem pressa ou conselho, apenas esteja lá.
2. Tenha um interesse genuíno na vida dele.
Pergunte não apenas “Como foi a escola?” mas “O que o surpreendeu hoje?” ou “Qual foi a coisa mais engraçada que aconteceu no recreio?” Essas perguntas incentivam a criança a se abrir, a falar sobre seus verdadeiros sentimentos.
Fale sobre o seu dia, compartilhe suas impressões – então você mostra que a vida familiar é uma jornada comum, na qual é importante estarmos juntos.
3. Respeite seus sentimentos e emoções
Pode parecer que para um adulto o problema duma criança é uma ninharia. Mas para ele, ela é o mundo. Quando uma criança está chorando por perder um jogo ou chateado por causa de um conflito com um amigo, é importante não rejeitar seus sentimentos, mas aceitá-los.
Diz: "Vejo que estás muito chateada." É normal. Vamos pensar juntos sobre como lidar com isso.” Essa reação ensina seu filho a confiar em você e aceitar a si mesmo.
4. Seja honesto e aberto.
A criança sente quando você é sincero. Não tenha medo de falar sobre seus erros, medos e alegrias. Diz-me como às vezes é difícil e como lidas com isso.
Isso dá à criança o direito de ser ele mesmo, ensina abertura e honestidade - os fundamentos de uma relação forte.
5. Criar rituais e tradições compartilhadas
Isto pode ser leituras à noite antes de dormir, passeios de domingo no parque ou fazer pizza juntos nos fins de semana. Tais momentos dão à criança uma sensação de estabilidade e segurança.
E o mais importante, é uma época em que vocês apenas se divertem, riem, compartilham seus pensamentos e sonhos.
6. Apoie sua iniciativa e independência
Deixe seu filho escolher o que vestir, que livro ler ou que jogo jogar. Apoie até pequenas iniciativas, elogie seus esforços.
Mostra que você acredita nele e respeita sua personalidade. A autoconfiança nasce aqui.
7. Resolver os conflitos com calma e respeito
Todos cometemos erros e brigamos às vezes. O principal é mostrar à criança que, mesmo em momentos difíceis, você pode manter o respeito e buscar a compreensão.
Explique calmamente seus sentimentos, ouça a criança, encontre um compromisso juntos. Esta é uma lição valiosa em comunicação e confiança.
Conclusão
Queridos pais, uma relação forte e confiante é o dom mais precioso que pode dar ao seu filho. Nem sempre é fácil, às vezes requer paciência e força, mas acredite em mim – o resultado vale todo o esforço.
Deixe seu lar ser um lugar onde seu filho sempre sente amor, apoio e compreensão. Onde ele pode ser ele mesmo e ficar confiante e feliz.
Que tipos existem? Os tipos de memória nas crianças são classificados de acordo com vários critérios. Dependendo do tempo durante o qual a informação é retida, distingue-se entre memória de curto prazo, memória de trabalho e memória de longo prazo. Em termos de atividade mental, a memória pode ser visual, motora, emocional e verbal-lógica. E, com base no envolvimento da vontade, divide-se em memória involuntária e voluntária.
Por que é que isto acontece? Se uma criança se esquece de tudo, perde coisas com frequência e não se lembra do que lhe pedem, isso indica falta de organização. Por vezes, os pais não conseguem incutir hábitos úteis, fazem tudo pela criança, são excessivamente protetores e controladores e não permitem que a criança seja independente.
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