Por que é que isto acontece? Se uma criança se esquece de tudo, perde coisas com frequência e não se lembra do que lhe pedem, isso indica falta de organização. Por vezes, os pais não conseguem incutir hábitos úteis, fazem tudo pela criança, são excessivamente protetores e controladores e não permitem que a criança seja independente.
Como pode ajudar o seu filho? Podem trabalhar juntos para criar um horário diário, ensiná-lo a preparar-se à noite para o dia seguinte e ajudá-lo a desenvolver o hábito de verificar os seus pertences. Para facilitar a memorização, é útil recorrer a técnicas mnemónicas.
14 razões para o esquecimento de uma criança
Por vezes, os pais começam a preocupar-se quando percebem que o seu filho está constantemente a esquecer-se das coisas. Pode esquecer-se de trazer uma muda de roupa, deixar o estojo para trás ou nem sequer lembrar-se dos trabalhos de casa. Na realidade, podem existir muitas razões para este esquecimento — e nem todas são motivo de alarme. Vamos descobrir juntos por que razão isto acontece.
Falta de uma rotina clara
Se o dia de uma criança é um caos total — levanta-se, corre de um lado para o outro, come à pressa e esquece-se da mochila —, a sua memória simplesmente não consegue acompanhar o ritmo de registar tudo. As crianças lembram-se melhor das coisas quando tudo segue uma rotina familiar. Por exemplo, se uma criança de 7 anos está sempre a esquecer-se de coisas, é simplesmente porque lhe falta um sistema: o quê, quando e porquê.
Siga a mesma rotina todos os dias — e as falhas de memória começarão a desaparecer por si mesmas. Isto é especialmente verdade quando uma criança se esquece de tudo na escola — não entregar trabalhos, esquecer os cadernos ou uma muda de roupa —, sendo que a razão é, muitas vezes, simplesmente a falta de rotina.
Os adultos fazem tudo por elas
Quando os adultos controlam tudo — arrumar a mochila, dizer-lhes o que devem levar, o que vestir e para onde ir —, a criança não tem motivo para se lembrar de nada por si própria. Acostuma-se ao facto de que todos sabem sempre tudo sem ela e baixa a guarda. Como resultado, se ninguém lhe lembrasse, ela simplesmente não o fazia. É preciso dar-lhes um pouco de responsabilidade de cada vez, mesmo que a criança cometa erros no início. Isto é especialmente importante se estiverem sempre a perder e a esquecer coisas — sem responsabilidade pessoal, não vão começar a aprender por si próprias.
Protesto silencioso
Se uma criança está constantemente a ser solicitada a fazer coisas — estudar, ajudar, ser «perfeita» —, pode começar a «esquecer-se» como forma de mostrar que está cansada. É como um protesto silencioso: «Já não quero esforçar-me tanto!»
Não fazem birras; simplesmente deixam de fazer as coisas — e, embora possa parecer que se esqueceram, na verdade estão a sinalizar: «Isto é difícil para mim.» Em situações como esta, é importante compreender: talvez a criança não esteja a «esquecer-se» por acidente, mas porque precisa de descanso e aceitação.
Stress e gritos
Se as pessoas em casa costumam levantar a voz, discutir ou castigar a criança — esta vive em tensão constante. E quando a ansiedade e o medo ocupam a sua mente, a memória não funciona bem. É como uma ligação à Internet com mau sinal — parece estar lá, mas, por outro lado, não está.
A criança não se está a esquecer de propósito — o seu cérebro está simplesmente sobrecarregado pelo stress. Se uma criança se esquece das coisas rapidamente e parece desatenta, preste atenção ao ambiente em casa: talvez a razão não seja, de todo, preguiça, mas sim ansiedade.
Demasiadas coisas a acontecer à sua volta
Quando há sempre uma pilha de brinquedos, sons e pessoas por perto, as crianças não conseguem concentrar-se. Por exemplo, ele estava a segurar uma pá na caixa de areia, viu a escavadora de outra criança — e pronto; esqueceu-se da sua. Isto não é distração; é sobrecarga sensorial. Quanto menos «ruído» houver à sua volta, mais fácil é lembrar-se das coisas.
«Partilhar» não significa «perder»
Se disser constantemente: «Não sejas ganancioso! Partilha!», a criança pode começar a sentir que os seus brinquedos e outros pertences não são realmente dela. Se tem de dar tudo, para quê dar-se ao trabalho de cuidar das suas coisas? Como resultado, perde tudo e não controla os seus pertences, porque não sente que sejam pessoalmente importantes para si.
Demasiados ajudantes
Se houver vários adultos ao mesmo tempo — a mãe, o pai, a avó, a ama — e cada um estiver a dar conselhos, a lembrar-lhe ou a ajudar, a criança não tem hipótese de aprender a fazer as coisas sozinha. Ela fica perdida entre todas essas vozes. E não se lembra, porque está habituada a que outra pessoa lhe diga o que fazer. E quando fica sozinha, não sabe o que fazer.
Uma abundância de coisas
Quando uma criança tem tudo em excesso — brinquedos, roupa, lápis —, deixa de valorizar essas coisas. Perder um marcador não é nada de especial — afinal, tem 50 deles. E se tudo está sempre à mão, não há necessidade de se lembrar de nada.
Não aprendem a ser poupados porque não há escassez — há sempre um stock disponível.
A memória não é exercitada
A memória é como um músculo. Se não a exercitar, enfraquece. É preciso incluir jogos que se centrem na atenção e na memória na sua rotina diária. Deve fazer-lhe adivinhas, ensinar-lhe poemas curtos e pedir-lhe que enumere o que aconteceu ontem. Sem prática, a memória «fica preguiçosa» e tudo começa a ser esquecido muito rapidamente.
Se não for interessante — não sei
Quando o conteúdo é aborrecido ou difícil de compreender, o cérebro não quer memorizá-lo. É como se dissesse: «Para que preciso disto?» É por isso que é importante explicar por que é necessário e apresentar a informação de forma cativante: as tabuadas como um jogo e as regras sob a forma de banda desenhada ou canções.
Todos à sua volta são esquecidos
Se os próprios adultos não se conseguem lembrar das coisas, perdem as chaves ou não conseguem encontrar o telemóvel ou as notas — a criança vê isso e aceita-o como normal. Pensam: «Bem, se a mãe se esquece das coisas constantemente, então eu também posso.»
Ensinamos não com palavras, mas pelo exemplo. Se quer que o seu filho seja organizado, dê o exemplo.
Deixou-se levar — esqueceu-se
As crianças podem «mergulhar» num jogo tão profundamente que tudo o resto simplesmente desaparece. Por exemplo, uma criança pequena está absorta a brincar com blocos de construção e não ouve quando a chama nesse momento. Não está a ignorá-lo — está verdadeiramente «noutro mundo», por assim dizer. Isto é normal; só precisa de a lembrar com antecedência: «Vamos começar a preparar-nos daqui a 10 minutos.»
Deficiência de vitaminas
Por vezes, uma criança é esquecida não porque seja desatenta, mas porque o seu corpo carece de nutrientes essenciais. Por exemplo, uma deficiência em vitaminas do complexo B, ferro ou magnésio pode levar a uma redução da concentração, letargia e facilidade de distração. Se a sua alimentação for monótona, vale a pena consultar um médico.
Stress emocional
Se uma criança estiver a passar por um período difícil — como uma mudança de casa, o divórcio dos pais ou um conflito na escola —, toda a sua atenção estará centrada nas suas emoções. Simplesmente não lhe resta energia para os trabalhos escolares ou para as tarefas diárias. Pode parecer preguiçosa ou distraída, mas, por dentro, está a passar por uma tempestade. É importante dar-lhe apoio, conversar sobre o que se passa e dar-lhe tempo.
O mais importante é não entrar em pânico. É melhor tentar perceber com calma por que razão o seu filho se está a comportar assim e, de forma gentil, começar a ajudá-lo a concentrar-se melhor. Tudo pode ser resolvido — com apoio, atenção e paciência.
Dicas para pais de uma criança esquecida
Em primeiro lugar, é importante compreender: será que este desatenção é um comportamento já consolidado ou apenas um caso isolado que não deve ser considerado um problema? Se uma criança de 8 anos se esquece regularmente de tudo, então vale definitivamente a pena refletir sobre o assunto e corrigir gentilmente os seus hábitos.
Explique que cada objeto não é apenas um objeto, mas o resultado do trabalho árduo e do carinho de pessoas queridas. Um chapéu, um estojo, uma mochila — nenhuma destas coisas surge do nada. Faça-o perceber que a mãe e o pai trabalham arduamente para garantir que tem tudo o que precisa.
Se o seu filho continua a esquecer-se das coisas e é desatento, tente introduzir um pouco mais de ordem e atenção na rotina diária dele. Pequenos marcadores — símbolos pessoais, autocolantes ou remendos coloridos — vão ajudá-lo a reconhecer os seus pertences mais rapidamente e a vê-los como «seus». Isto não só facilita a vida, como também reforça o seu sentido de responsabilidade.
Gritar não funciona nestas situações. Apenas aumenta a ansiedade, especialmente em crianças sensíveis. É melhor falar com calma: deixe a criança explicar o que aconteceu. Discutir os erros em conjunto é muito mais útil do que repreender e cria as bases para o desenvolvimento da independência.
Quando surge a pergunta — por que é que a criança continua a esquecer-se das coisas enquanto estuda? —, a resposta reside frequentemente na falta de organização. Não se apresse a comprar um novo objeto se o antigo se perder. Às vezes, é útil esperar um pouco.
Ao sentir o inconveniente, a criança começará a exercer um melhor autocontrolo. Isto não é um castigo — é orientação.
Pode estabelecer uma regra em casa: «Se perderes algo importante, terás de passar algum tempo sem isso ou substituí-lo por uma versão mais simples.» Esta abordagem não exerce pressão, mas tem consequências. Ensina a criança a valorizar o que tem.
A capacidade de ser organizado não é inata; desenvolve-se ao longo do tempo. Mostre ao seu filho que tudo tem o seu lugar: um livro numa prateleira, sapatos numa caixa, um brinquedo numa gaveta. Aos poucos, isto tornar-se-á um hábito e ajudará o seu filho a tornar-se mais organizado.
Antes de sair para um passeio ou uma viagem, verifiquem juntos os vossos pertences: «Temos uma bola, uma garrafa de água e um livro — está tudo aqui?» Desta forma, a criança aprende a controlar o que está a levar e a não deixar coisas espalhadas por aí.
Uma rotina também desempenha um papel importante. Mas não tem de ser rígida. Tenha em conta os traços de personalidade: algumas crianças adaptam-se rapidamente, enquanto outras precisam de mais tempo para se habituarem. O planeamento ajuda a eliminar a pressa matinal e a reduzir os esquecimentos.
E, por fim, dê um passo atrás e analise a situação objetivamente: talvez o problema não seja apenas a criança. Quando há demasiados brinquedos, roupas e outros objetos em casa, a criança simplesmente deixa de lhes prestar atenção. E isto leva-nos de volta ao ponto principal — a atenção dos pais é mais importante do que qualquer presente.
Quanto mais carinho e envolvimento dedicarmos, mais a criança aprende a valorizar as coisas. Desenvolver a atenção não tem a ver com controlo ou pressão. Tem a ver com trabalhar em conjunto, ser paciente e demonstrar um interesse genuíno pela vida da criança. Deixemos que cresçam com um sentimento de confiança e com a compreensão de como valorizar o que é importante para elas.
12 maneiras de memorizar informações
Hoje em dia, pode ser difícil para as crianças concentrarem-se — a televisão está ligada, um tablet está ao alcance ou os brinquedos distraem-nas. E se reparou que o seu filho está sempre a esquecer-se de coisas — o que lhe pediu para fazer, onde colocou os seus pertences — não se preocupe. Vamos ver algumas formas simples e eficazes de ajudar a melhorar a memória e a atenção.
Elimine todas as distrações
Para ajudar o seu filho a concentrar-se, é importante remover tudo o que possa distraí-lo. Não tente obrigá-lo a fazer os trabalhos de casa se a televisão estiver ligada noutra divisão ou se alguém estiver a falar em voz alta. É melhor escolher um local tranquilo onde nada o atrapalhe — sem brinquedos com luzes brilhantes, sem aparelhos ligados e sem ruído. Quanto mais silencioso e acolhedor for o ambiente, mais fácil será para o cérebro começar a trabalhar.
Divida tudo em pequenos passos
É difícil para as crianças fazerem várias coisas ao mesmo tempo. Se disser: «Guarda os teus brinquedos, arruma a mochila, decora os poemas e lava os dentes», elas só se vão lembrar da primeira coisa (na melhor das hipóteses). Em vez disso, dê-lhes uma tarefa de cada vez. «Primeiro, arruma os teus brinquedos. Já está? Ótimo! Agora, prepara a tua mochila.» É mais simples, mais claro e menos stressante.
Repete com intervalos
Não tentem aprender tudo numa hora. Não funciona. É melhor trabalhar nisso pouco a pouco, mas voltar ao tema várias vezes. Por exemplo: aprendam um poema de manhã, repitam à noite e, depois, no dia seguinte.
Isto chama-se repetição espaçada e ajuda mesmo a «armazenar» informação na memória de longo prazo.
Pendura cartões com informações importantes pela casa
Isto funciona se precisar de aprender novas palavras, regras ou a tabuada. Faça cartões coloridos e pendure-os onde o seu filho passa muito tempo: no frigorífico, na casa de banho, junto à cama. Ele vai vê-los de relance todos os dias — e vai lembrá-los facilmente, mesmo que não tenha planeado fazê-lo.
Transforme a informação em rimas e canções
Se algo for difícil de memorizar, transforme-o numa rima. Até as coisas mais enfadonhas, como as regras gramaticais do russo, podem ser rimadas ou cantadas. As crianças têm uma excelente memória musical — aprendem canções instantaneamente e recordam-nas durante muito tempo.
Envolva todos os sentidos
Aprender não se resume apenas ao que se vê. Por exemplo, pode:
- escrever com o dedo na sêmola;
- moldar em plasticina;
- organizar os elementos com botões.
Quando uma criança utiliza não só a visão, mas também o tato, a audição e o movimento, a informação é memorizada muito melhor. Isto é especialmente importante para as crianças pequenas.
Revisão antes de dormir
À noite, antes de dormir, basta falar com o seu filho: «O que aprendeste hoje?» ou «Vamos ler aquele poema mais uma vez.» O cérebro processa toda a informação nova enquanto dorme — e o que for dito antes de dormir tem tendência a «ficar gravado» na sua mente durante muito tempo.
Use cores
As crianças processam melhor a informação quando esta é apresentada de forma viva e destacada. Compre canetas coloridas, marcadores e autocolantes. O segredo não é destacar tudo, mas apenas o que é importante — como palavras-chave, datas ou fórmulas. Isto ajuda a chamar a atenção e ajuda o cérebro a memorizar.
Brincar
A memória não se desenvolve apenas estudando a partir de um livro didático. Jogos de tabuleiro, puzzles, jogos do tipo «Memória» e missões — todos estes são ótimos para treinar a memória, a atenção e as capacidades de raciocínio. E a melhor parte é: as crianças pensam que estão apenas a divertir-se, mas, na realidade, estão a aprender.
Pratique adiar a sua resposta
Faça uma pergunta simples e diga: «Não te apresses; pensa nisso durante alguns segundos.» Isto ajuda-as a evitar responder precipitadamente e ensina-as a reter a informação na mente.
Exemplo:
— «Que mês é agora?» «Pensa… não te apresses…»
Estes pequenos exercícios são ótimos para melhorar a atenção e o autocontrolo.
Ensina-os a cuidar dos seus pertences
Se o seu filho está sempre a perder coisas, comece com algo simples: arrumem juntos a mochila todas as noites. No início, lembre-o: «Verifica se arrumaste tudo.» Com o tempo, ele vai começar a controlar isso sozinho. Isto ajuda a desenvolver não só a memória, mas também o sentido de responsabilidade. E quando ele perceber por si próprio que se esqueceu de algo — não te esqueças de o elogiar por ser observador.
Alimente-o corretamente
A alimentação afeta diretamente a memória e a atenção — especialmente durante a infância, quando o cérebro está em desenvolvimento. Inclua os seguintes alimentos na sua dieta:
- peixe gordo (salmão, cavala);
- frutos secos;
- frutos silvestres;
- verduras de folhas verdes;
- ovos.
Não é uma poção mágica, mas o seu cérebro vai agradecer-lhe por este apoio.
Experimente coisas diferentes, brinque e envolva o seu filho — não de forma forçada, mas como parte do dia-a-dia. Com um pouco de paciência e imaginação, vai certamente perceber como se torna muito mais fácil para ele lembrar-se das coisas e prestar atenção.
Perguntas frequentes sobre o esquecimento das crianças
E lembre-se: as crianças admiram-nos. Se não perder coisas, planear o seu dia e mantiver uma lista de tarefas — o seu filho aprenderá com o seu exemplo.
O que deve fazer se o seu filho parecer estar a esquecer-se das coisas de propósito?
Às vezes, as crianças podem mesmo «esquecer-se» de algo de propósito. Por exemplo, podem ter deixado o diário na escola — talvez tenham medo de mostrar uma nota má. Ou podem ter-se «esquecido» do caderno para evitar fazer os trabalhos de casa.
Se notar que este esquecimento continua a acontecer nas mesmas situações, converse calmamente com o seu filho. Sem gritos nem repreensões. Pergunte apenas: «Esqueceste-te mesmo ou estavas a tentar esconder alguma coisa?» Muitas vezes, as crianças ficam preocupadas e não sabem como falar sobre o problema. A tua função é estar ao lado deles e mostrar que podem resolver tudo juntos.
Como deve comprar coisas se o seu filho está sempre a perdê-las?
Se o seu filho estiver constantemente a deixar para trás os estojos ou os chapéus, não se apresse a comprar artigos caros ou da moda. Explique-lhe que, sempre que algo se perde, isso não só é chato como também pesa no orçamento familiar. Por exemplo, em vez de um estojo caro de super-heróis, compre um simples, mas prático.
E se ele tiver uma mesada, podem combinar que ele próprio cubra parte do custo do objeto perdido. Dessa forma, ele começará a cuidar melhor dos seus pertences.
Quando deve consultar um especialista?
Se uma criança for simplesmente distraída ou esquecida, isso pode, normalmente, ser corrigido através de bons hábitos e atenção. Mas se, de repente, tiver começado a esquecer-se de tudo, se as notas tiverem baixado ou se estiver a comportar-se de forma estranha — é melhor não esperar e levá-la ao médico.
Eis alguns sinais de alerta a ter em conta:
- Um declínio repentino da memória.
- Incapacidade de lidar com tarefas rotineiras.
- Tornou-se letárgica, agressiva ou retraída.
- Confusão em relação ao ambiente que a rodeia (por exemplo, incapacidade de encontrar a sala de aula).
- Queixas frequentes de dores de cabeça ou dificuldade em dormir.
Se notar algo deste tipo — não entre em pânico, mas é melhor prevenir do que remediar; consulte um especialista.
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